15 de jun. de 2008

Corridinha "punk"!

Oi, tudo bem? Correram hoje? Eu não! Rsrs. É que fui correr ontem no final da tarde, na Alphaville Running. Pelo nome, muita gente deve ter pensado como eu: Uma camiseta linda!Uuuui!

Uma medalha enoooorme (vide a comparação de tamanho com a moeda de R$1,00), nooossa!
E ainda mais com um preço razoável (garanto a vocês que a inscrição foi mais barata que a da Nike 10K que nunca fiz questão de participar por causa do número de corredores que é muito grande e pela dificuldade de locomoção para chegar ao local do evento, e da São Silvestre, que embora tumultuada também, podemos nos locomover de metrô para chegar lá).
Pensei cá com os meus botões: o percurso deve ser bem fácil, bem planinho... ôôô, planinho, planinho! Porém, logo na largada, pegamos uma descida muito íngreme, o que significava que na chegada teríamos que subir, subir e subir! Como eram duas voltas iguais, acabei caminhando por duas vezes! Kkk. Isto no ano passado! Mas, quando veio o aviso de que este ano eles tinham modificado o percurso e vi a altimetria que constava no site do evento, pensei: ah, agora, sim! Ledo engano: tinha uma subidinha bem no meio do percurso! Kkk. Acho que a altimetria que colocaram no site é que estava errada! Mas desta vez, não andei, não! Fui com tudo! Até fiz uma ultrapassagem perigosa pela direita, no final de uma das subidas! Kkk. Mas também, tinha muita gente andando! Logo no início da segunda volta começava a escurecer, pois a corrida começou às 17:30. Daí, tinha uma senhora (doravante denominada ELA! Kkk) que dizia:
- Ai, está ficando escuro! Tem lobo mal aí na frente é? Se tem, eu vou voltar!
Neste ponto, encontramos uma animadora dizendo:
- Vamos lá, vamos curtir esta noite gostosa!
E ELA disse:
- Vamos curtir, é? Para onde você vai me levar?
(kkk)
- Tá louco, nem tarado quer me pegar! Tou perdida! -continuava ELA.
De repente, ELA avista um rapaz caminhando:
- Ô, não caminha, não! Se você parar de correr, vai ficar com cãibra! Vamos lá!
E ele:
- Ah, não agüento, não!
Daí ELA dá a última cartada:
- Olha, você prefere continuar correndo ou quer parar e fazer uma respiração "boca a boca" comigo?
Kkk, minha nossa! Depois dessa, até eu saí correndo! Já imaginou se ELA resolve me pegar também! Rsrs.
Embora o número de participantes fosse pequeno, ainda encontrei o Diego, a Mariana e o Sergio da Playteam antes da corrida começar! Olha aqui a foto que que tiramos!
Pelo visto todos foram fazer os 4 km. Portanto, como quase sempre, eu devo ter sido a última a chegar! Rsrsrs. Depois da corrida, o meu apoio e fotógrafo (marido) saímos correndo de lá para não nos perdermos na escuridão!
PS: Mas que medalha pesada e grande! Parece até que foi feita pro Zé Bonitinho! Kkk.

10 de jun. de 2008

Comprei um par de luvas!

Oi! O "ffrrriiio" já passou? Rsrs. Pois é, gente, com o frio que fez há algumas semanas, pensei que precisaria de uma luvinha para não congelar as mãos! Parece frescura, mas todo cuidado é pouco quando se trata de não enfrentar problemas de saúde depois! Eu que o diga! Rsrs. Cachorro mordido por cobra tem medo até de lingüiça! Perguntei ao Valter Ide se ele tinha luvas para correr (pois ele é "entendido" em termos de "aparatos" para corrida e porque o Harry também tinha postado uma vez sobre luvas), ao que ele prontamente me respondeu sobre alguns modelos que ele achava legal! Só que agora, o frio parece ter ido embora momentaneamente... daí fiquei igual à minha sobrinha: quando ela ganhou o seu primeiro guarda-chuva aos 5 anos, ficou torcendo para chover e poder usá-lo! Eu estou torcendo para o frio voltar, para eu poder usar as luvas na corrida! Kkk. Se vocês virem alguém de luvas pretas em alguma corrida, mesmo que não esteja frio, verifiquem se não sou eu! Kkk. Bons treinos!

5 de jun. de 2008

Como vocês pisam? Como eu piso?

Oi, pessoal:
Olha, já vou avisando: hoje, a minha postagem será beeem séria! Rsrsrs. Mas é por uma boa causa! Se vocês acompanharem o texto abaixo, verão.
Há algumas semanas, eu disse que fui fazer um teste de pisada bem completa. E nesta semana, eu recebi o resultado parcial do teste feito. Digo "parcial", pois o teste foi feito em vários tipos de terreno, e o pesquisador Vitor Tessutti (vtess@usp.br), passou-me primeiro o do asfalto (para vocês sentirem como a coisa é bem completa e complexa). Gostaria de agradecer muito à equipe de pesquisadores pelo envio do resultado e retribuir com a divulgação deste trabalho tão sério e necessário.
Abaixo, estou postando um texto da fisioterapeuta e pesquisadora Ana Paula Ribeiro, e depois o resultado do meu teste para quem interessar! Podem ver, não tem chulé! Rsrs.
A equipe está à procura de corredores (as), principalmente os (as) que tiveram ou estão com fascite plantar. Portanto, eu publico aqui o texto da Ana Paula para mais informações aos interessados em fazer o teste, principalmente aqueles que se encaixam no perfil acima!
Yoroshiku onegai shimasu! Peço a colaboração de todos os leitores! Escrevam para eles, telefonem! Vale a pena conferir, ok?


Estudo sobre a ocorrência da fascite plantar em corredores

Os corredores estão sujeitos a grandes sobrecargas nos pés devido ao impacto do calcanhar no chão que pode chegar de 3 a 4 vezes o peso corporal.
Diante desse fato, estudos revelam que a fascite plantar ocupa o 3º lugar entre as lesões dos membros inferiores de corredores, acometendo cerca de 15% dessa população.
A fascite plantar é uma inflamação da fáscia, que resulta em dores no calcanhar.
Esse sintoma de dor é tratado, porém, necessita de um longo período de tempo, mas mesmo assim a recorrência da doença é freqüente após os tratamentos.
Por tal motivo, o Laboratório de Biomecânica do Movimento e Postura Humana do Departamento de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP, está realizando um estudo para avaliar a distribuição da pressão plantar de corredores com fascite plantar e dos que já tiveram a doença a menos de um ano. Futuramente, a partir desses resultados será possível construir palmilhas mais eficazes ao longo do tempo.
A pesquisa é gratuita e aos interessados em participar, é necessário primeiramente responder a um questionário.
A realização do teste será por meio da colocação de uma palmilha dentro do tênis (foto abaixo), a qual medirá as sobrecargas impostas aos pés durante a realização de uma corrida curta de 40 metros.
Em agradecimento à sua participação, será entregue após avaliação dos resultados um relatório auto-explicativo das regiões dos pés que estão recebendo maior sobrecarga.
Veja ao lado direito uma foto demonstrativa das distribuições das pressões plantares dos pés que constará no relatório final.
Para realização do teste é necessário agendar data e horário, pois assim, garantimos sua comodidade. Para mais informações e agendamentos de horários, favor entrar em contato com a fisioterapeuta Ana Paula Ribeiro pelo telefone: (11) 9139-2168, ou através do e-mail: apribeiro@usp.br

Relatório de Medição da Pressão Plantar Durante Corrida in loco
Nome: Mayumi Edna Iko Yoshikawa
Superficie: Asfalto
Data Coleta: 17/5/2008
Caract. Pisada: Neutra (D) Neutra com tendência à pronação (E)
Corredora sem lesão nos ultimos 6 meses.
1. Nota-se que a corredora apresenta no retropé esquerdo maiores valores na região medial e central, caracterizando esta pisada como neutra com tendência à pronação. No retropé direito esta diferença entre região lateral e medial não favorece a esta classificação deixando este pé como de pisada neutra.
2. A região de ambos os antepés apresenta uma boa distribuição de pressão entre todas as regiões. Mas existe uma considerável diferenca entre os pés, onde o esquerdo apresenta maiores valores. Esta situação caracteriza uma maior sobrecarga durante a propulsão no pé esquerdo. Ambos os halux (dedões) apresentam valores elevados demonstrando uma grande sobrecarga na propulsão.
3. Valores estão de acordo com os obtidos em outros estudos feitos com a corrida e a pressão plantar através do sistema Pedar com excessão de ambos os halux (Eils et al, 2004 e Weist et al 2004).
Figura do Pico de Pressão por região de cada área do pé

Laboratorio de Biomecânica do Movimento e Postura Humana - Departamento de Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional - Faculdade de Medicina - USP

1 de jun. de 2008

Carolina: superação e coragem!

Hoje, gostaria de postar algo diferente. Queria apresentar a vocês, uma amiga de anos. Na verdade, eu a conheci em um grupo de estudos para professores de japonês, há aproximadamente 13 anos. Porém, nosso contato nesta época foi bastante superficial, a ponto de eu desconhecer alguns fatos que somente anos depois fui saber.
Fui reencontrá-la após 11 anos, numa corrida em março de 2006. Eu estava me alongando antes da corrida quando ela veio cumprimentar e, para a minha surpresa, depois deste dia, fui saber várias coisas, inclusive que o marido dela e o meu estudaram na mesma faculdade, na mesma época! Isto tudo por causa de nossos encontros nas corridas.
Da última vez que a encontrei, numa meia-maratona em abril, eu comentei aqui sobre isto, e que ela também tinha tido um problema de saúde similar ao meu. Perguntei a ela se eu poderia postar um pouco mais sobre isto e sobre as corridas, ao que ela me respondeu prontamente. Portanto, com o objetivo de deixá-la expor diretamente os seus pensamentos, peço aqui algumas palavras à minha amiga Carolina Kazuko Sakama.

Texto da Carolina:
Há quase 14 anos, tive um adenocarcinoma gástrico, ou seja, câncer de estômago e 100% do estômago teve de ser retirado. Nunca bebi e nunca fumei, porém a predisposição genética influenciou, além do estresse pelo que estava passando na época (o câncer é uma doença psicossomática!). E quando isto aconteceu, acho que Deus me deu uma segunda chance de viver, aproveitar a vida de outra forma, para que eu fosse muito mais “eu” e para que as experiências pelas quais eu havia passado fossem úteis também para outras pessoas. (Desculpem-me a intromissão no texto da Carolina, mas eu gostaria de esclarecer aqui que a Carolina, para “aproveitar” bem esta segunda chance, além de desempenhar a função de mãe, trabalha o dia inteiro, cuida da casa e ainda arranja tempo para trabalhos voluntários!). Não consigo achar a palavra certa, mas “multifuncional” talvez seja a expressão que mais se enquadra neste meu caso. Gosto e sinto o prazer de ser “multifuncional”. Rsrs...
Depois que me casei e tive minhas filhas, fiquei mais de 10 anos sem praticar nada. Fiquei uma completa sedentária por mais de 10 anos, porém sentindo sempre falta, de alguma atividade física. Com a aproximação dos 40 anos, e com as minhas filhas bem maiores, comecei a me conscientizar mais sobre os cuidados na saúde e a qualidade de vida e bem-estar, então, além das caminhadas, comecei a buscar algo mais.
Além da corrida, eu já pratiquei basquete, patinação e tênis, todos eles antes dos meus 30 anos. Mas, na verdade, sempre achei que corrida seria uma atividade física ideal para mim, porque na adolescência, quando joguei basquete no time da escola, para o aquecimento corríamos de 5 a 10 km e na época havia adorado a experiência e me senti muito bem. Além de não exigir equipamentos e vestuários especiais, só basta um tênis e a disposição de fazer alongamento antes e depois além dos cuidados recomendados durante a atividade. Porém, até chegar aos meus 40 anos, não consegui sentar, planejar e decidir começar efetivamente a correr, porque tinha de cuidar das minhas filhas, da casa, trabalhar, sendo que meus horários (totalmente malucos) não permitiam alguma atividade física ou esporte praticado em grupo, pois eu estaria quase sempre chegando atrasada ou ausente.
Em 2004, já trabalhando onde ainda permaneço, na PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, PwC, reparei que a firma tinha uma assessoria esportiva e a firma patrocinava uma corrida (Corpore) no 1º. semestre e outra, a Maratona de Revezamento Pão de Açúcar, no 2º. semestre, incentivando muito a atividade física dos colaboradores. Fiquei curiosa por causa do agito das pessoas nas épocas que antecedem as corridas e numa dessas, na época das inscrições para a maratona de revezamento, fui olhar o regulamento na internet, para entender como eram essas maratonas e os percursos e fui também falar com pessoas que haviam participado dessas corridas/maratonas. Como nessa época, só praticava exercícios em academia e caminhada, fiquei com medo de participar de uma equipe, mesmo de 8 pessoas para correr 5km (distância mínima) e não dar conta, então, decidi começar a treinar corrida para participar no ano seguinte, de verdade. Depois de traçado o primeiro objetivo, foi fácil entrar no rítmo. Treinei durante 1 ano, desde o 2º. semestre de 2004 até o 2º. semestre de 2005. E em 2005, participei pela 1ª. vez, da maratona de revezamento PA com 8 pessoas, aproximadamente 5km para cada um. Tomei gosto. Daí não parei mais. Sabe aquela sensação de vitória por ter completado o percurso, de satisfação, de ter alcançado o seu objetivo? Eu achava que depois de correr quilômetros, nós ficavamos cansados e imprestáveis a ponto de ficar na cama o resto do dia. Que nada, a gente “cria” um pique especial, que só quem corre entende. Então, já participei da São Silvestre, corrida da Lama, Bertioga by night, meia da Corpore, etc... etc.... e o sonho meu é correr em alguma meia-maratona no exterior...
Hoje, gosto de participar de corridas de aventura, no interior, nas montanhas ou no campo, ao invés de ruas asfaltadas da cidade. Corridas noturnas de praia, são poucas, mas interessantes.
Já pensei algumas vezes em desistir de correr, mas sempre momentaneamente, pois no dia seguinte voltava a pensar que era besteira parar.
A minha mensagem a todos seria: “nunca diga nunca” e nunca desista de algum objetivo que você traçou, pois o ser humano, a não ser que você imponha tarefas muito além do limite, conseguirá realizar, cedo ou tarde. Isto exige, disciplina, persistência, paciência e perseverança, além da vontade e do mais importante que é a saúde, pois sem saúde, não somos absolutamente nada.

Obrigada, Carol. Acredito que as suas palavras irão ajudar muito as pessoas que possam estar enfrentando algum problema similar. Pessoal, se me permitirem, gostaria de aproveitar este espaço que criamos para, de vez em quando, apresentar alguns amigos especialíssimos e que me dão forças para eu também continuar caminhando. Ou melhor, correndo!

No stress, no stress!

Olá, pessoal:
Como foram de final de semana? Ficaram encolhidos debaixo dos cobertores assistindo à Maratona Internacional de São Paulo? Rsrs. Eu fiquei! Ah, mas foi um espetáculo ver os primeiros correndo! Aquelas passadas largas, aquele rítmo constante e contagiante! Sem falar no novo percurso, não sei como foi para quem correu de fato, mas para quem assistia de longe, estava muito bonito o cenário: a Ponte Estaiada, a USP, a orquestra tocando... vocês viram o cangaceiro correndo? Faça chuva ou faça sol, lá está ele!
Pois bem, hoje, não participei do evento, mas treinei ontem no frio. Bem, frio para mim, mas pode ser morninho para os gaúchos, não é mesmo? Saí de legging, camiseta de manga comprida, meias de média compressão, meias anti-bolhas por cima, nossa, tudo que tinha direito de vestir! Fui ao Parque do Ibirapuera. Normalmente, quando treino de sábado de manhã lá, o local está cheio de gente. Mas, ontem, estava bem tranqüilo, muito pouca gente. Talvez porque muitos iriam correr a maratona ou as provas mais curtas, e talvez por causa do frio. E para espantar "os males", ouvi muita gente com MP3, MP4, iPod (I não pod comprar um ainda! Rsrs), etc, cantarolando. Eu não uso nenhum aparelho sonoro quando corro, mas parece que a música é um bom estímulo para quem corre. Hoje mesmo, na transmissão da maratona, um locutor estava dizendo isto enquanto transmitiam a imagem da orquestra tocando em um dos pontos. E sabem o que eu ouvi? Olha só, cada um que passava com um aparelho, "emitia" um som diferente: "nham, nham, nham, nham", "tun-tz, tun-tz, tun-tz", "laaaa-lalalaaa", "Esta noite eu quero vocêeee, esta noite eu quero...". Eu hein? Kkk. De repente, eu ouço: "EI, VEM CÁ Ô MEU! TÁ PENSANDO QUE SOU O QUÊ? NÃO QUERO ESTA "PO...", NÃO!". Eu olhei ao lado e vi que era um homem falando sozinho, com alguém imaginário! Bem, cada um com os seus problemas, não?
Por falar em problemas, já me perguntaram se nunca tem tempo ruim para mim! Lógico que tem, acho que todos nós temos, não é mesmo? Só que, quando o tempo ruim chega, a gente tenta espantá-lo! Por exemplo, na semana passada, acordei cedo para ver se conseguia pegar uma esteira na academia para treinar os 14 km que estavam na minha planilha. E chegando lá, consegui, sim, uma esteira. Só que no 4º km, tive que ir ao banheiro, e quando voltei, um hóspede tinha ocupado a esteira que eu estava usando, com a minha garrafinha de água do lado e tudo. O pior é que as outras esteiras estavam todas ocupadas. O que você faria nesta situação? Esperaria e começaria tudo de novo? Rsrs. Só que, se eu esperasse, não daria tempo de tomar banho e chegar a tempo para o trabalho. Tirar o hóspede de lá, não podia, pois ele estava no direito dele: a esteira estava desocupada, aparentemente. Conversei com os instrutores e eles disseram que se eu tivesse avisado, eles iriam segurar a esteira para mim! Pensei eu, cá com os meus botões: ah, vou tomar um banho bem relaxante, secar o cabelo, fazer chapinha, maquilar-me, depois vou tomar um suco misto, comer um pão na chapa e atravessar a rua para entrar no trabalho. O treino? Ah, um dia só, eu recupero! Depois, para que brigar com hóspede, não é mesmo? Ele não vai estar mais por aqui outro dia! Deixa para lá! "Tô nem aí, tô nem aí..." Rsrs.
Em provas muito cheias de gente, encontramos gente brigando para estacionar o carro, para ir ao banheiro, para pegar o kit, até para correr! Mas, analisando friamente a situação, depois que isto tudo passa, o que de fato era o mais importante para você? Correr a prova? Ir ao banheiro? Estacionar o carro? Bem, tudo faz parte, mas pensando mais amplamente, para mim, o mais importante ainda é chegar bem ao final da corrida, sem atropelos e sem mal estar. Particularmente, gosto de corridas menos cheias, mas encontrar com amigos, sempre é muito bom! E se eu puder fazer isto sem estresse, é muito melhor! Afinal de contas, eu comecei a correr porque me sentia bem! Portanto, no stress, no stress! Não vamos nos esquentar com pequenos incômodos! Rsrsrs. Quem já esteve numa guerra à beira da morte, deve se importar bem menos com estas pequenas coisas, não? Boa semana para vocês!

25 de mai. de 2008

Amigos blogueiros na corrida!


Boa noite, pessoal! ... boa noite? ... será que tem alguém acordado ainda? É, hoje também foi um dia cheio! Cheio de novidades! A começar pela quilometragem da corrida: 25 km. Confesso que nunca corri esta distância, portanto, hoje foi a minha estréia nos 25 km. E como sempre, eu fui no meu rítmo, que é devagar e sempre.
Chegando na USP, encontrei o meu "vizinho", Diego Ciarrocchi, e passei pela tenda da Playteam, onde encontrei o Guilherme Maio, o Rodrigo Tandaya, o Lemes, a Erica, o Walmir Gaya, que depois veio a correr alguns trechos comigo na prova. Na ida para a largada, encontrei o Rui Carlos, o pai perdido (quem leu o relato do pai perdido aqui no blog?).
Na largada, encontrei o Paulo Romani que estava em companhia de mais 3 amigos. Dada a largada, uns partiram para os 12, 5km (prova em duplas) e outros para os 25 km, que hoje eram duas voltas de 12,5 km. O Paulo Romani estava comentando comigo que não gostava de correr dando duas voltas iguais em um mesmo lugar, pois na segunda volta, a sensação de que ele já passara por aquele lugar prejudicaria o seu lado psicológico. Fiquei pensando por alguns minutos e cheguei à seguinte conclusão: quando a pessoa tem um senso de direção muito bom, ela realmente vai ficar entediada de passar pelo mesmo lugar por duas vezes. Eu, como não tenho senso de direção muito aguçado, posso passar várias vezes pelo mesmo lugar pois nas voltas seguintes, eu vou ficar com uma "leve sensação de que eu já passei por lá"! É por isso que não me importo de dar 5 voltas no Parque do Ibirapuera, por dentro. Até prefiro, pois se eu sair do parque, é capaz de me perder!
Falando sobre a corrida de hoje, estava eu, no meu rítmo tranqüilo, quando o Walmir veio por trás e me alcançou. Eu disse para ele ir no rítmo dele, pois eu iria devagar. Porém, ele me disse que hoje, ele não estava bem, pois tinha pegado uma gripe e não tinha treinado na semana passada. Ele me acompanhou por um bom tempo, mas perdi-o de vista na segunda volta. Encontramos com a Drica da Playteam, que passou por nós no km 7 dizendo que hoje ela não estava tão bem. Se aquilo é não estar bem, como será que eu estava, não? Rsrs. No final da primeira volta, conseguimos alcançar o Paulo Romani, que estava bem à frente depois do início da corrida. E o Walmir disse: "Ô, Paulo, você está voando baixo, hoje, hein?" E o Paulo disse: "Que nada, hoje, estou mal!" E assim, ficamos acompanhando ele até o final da primeira volta, pois ele ia fazer uma volta só. Ainda, na primeira volta, tive a oportunidade de conhecer pessoalmente a dona Tomiko, ultramaratonista, que estava acompanhando uma amiga. Ah, e o palhaço estava lá de novo! Hoje, eu consegui trocar uma palavrinhas com ele: "E aí, palhaço, qual é o seu nome?" E ele disse: "Eu me chamo Medeiros, mas tem gente que me chama de Melancia, de palhaço, de um monte de coisas! A minha alegria, desde 2004 é esta! Eu moro no Jabaquara, o meu tel. é 5xxx-xxx0. Repete comigo! A Globo gosta de mim!..." É, além de correr, conversa, toca a buzina e corre com aquele nariz vermelho! Como consegue?
No km 10, meu marido estava lá, para tirar uma foto! Hoje, ele deve ter caminhado um bocado dentro do campus!
Encontrei também o Valter Ide, que no comecinho da corrida disse: "Olha o rítmo! Está muito bom! Abaixo de 5:50!" Pois é, mas isto não ia muito longe. Eu disse: "Ah, pode ir, pois eu vou devagar!" E lá se foi ele, mas por diversas vezes, do outro lado da pista, ele gritava o meu nome e me incentivava. Mas alcançá-lo, nunca iria conseguir, nem sonhando!
Na segunda volta, tive várias surpresas. No final da Avenida Politécnica, um rapaz trabalhando na organização disse: "Olha, não adianta correr disfarçada, pois eu sei que você é da Playteam!". Levei um susto, pois hoje, realmente não estava vestindo a camiseta da Playteam, mas estava de laranja. Eu fiquei fitando o rapaz e vi que era o Márcio da Playteam. Ele estava trabalhando hoje. Depois, encontrei-me com a dona Neide Satoru, que em 2006, foi a minha parceira em uma prova de 6 km em duplas. Estava eu à procura de uma pessoa que corresse no mesmo rítmo e ela prontamente me respondeu pelo site da Corpore. Fui conhecê-la naquela prova, onde ela fez exatamente o mesmo tempo que eu, sem nem termos corrido lado a lado! E depois desta data, sempre a encontro em provas e trocamos algumas palavras. E hoje, ela também disse que não estava bem.
Entre o km 21 e o 22, perto da Praça da Reitoria, tinha uma "animadora" dizendo: "Vai, falta pouco!". E tinha um rapaz oriental bem à minha frente, e parece que ela pensou que ele fosse meu marido, pois ela disse: "Vai, continua, mas espera por ela!" e apontou para mim! Eu emparelhei-me ao rapaz e até comentei: "Hahaha, ela vê dois parecidos (orientais) e pensa que é um par!" E ele disse: "É, o pessoal é engraçado. Mas, cara, nunca corri aqui neste percurso! Você conhece bem este local?" Ah, logo para quem ele vai perguntar! Eu passei "trocentas vezes" por lá em treinos, mas até hoje me perco! Kkk. E o pior é que eu estudei e depois, trabalhei por um tempo lá! Kkk. Eu perguntei onde ele treinava e ele respondeu que era do Rio de Janeiro. Foi quando eu comentei que escrevia um blog e que havia conhecido alguns conterrâneos dele, virtualmente. Ele perguntou o nome do blog e assim, fiquei sabendo que ele o conhecia e que o nome dele era "Leo Hacidume". E assim, tive a companhia do Leo desde o km 21,5 aproximadamente, até o final da prova. Neste meio, ele até disse que era para eu "ir no meu rítmo", pois ele estava mal hoje. E eu respondi que "aquele era o meu rítmo normal"! Rsrsrs. Depois de ouvir tanta gente dizendo que estava mal e me acompanhando, eu fiquei pensando: "o meu rítmo é o rítmo das pessoas quando elas estão mal!" Kkk. Mas, eu estava ótima hoje! E quero dizer a vocês que cheguei bem ao final da prova, sem dores, sem forçar, e principalmente, na companhia de um colega corredor que só conhecia de nome. Na chegada, tive o prazer de encontrar o Wladimir, o seu tio que o acompanhava e tirou algumas fotos nossas, e o Fábio Namiuti. Uma pena que tive que sair correndo de lá (tinha uma festa no horário do almoço) e não pude me encontrar com o Régis. Fica para a próxima!
E, como sempre, meu marido estava lá na chegada, tirando fotos. O comentário dele: "Poxa, você demorou tanto que pensei que o ônibus (que recolhe os atletas que não estão em condições de terminar a prova) tinha pegado você!" Realmente, hoje, pensei que o ônibus estava bem atrás de mim, pois tinha muito pouca gente nos 25 km, mas felizmente, teve gente me acompanhando! Valeu, pessoal! Até a próxima!

18 de mai. de 2008

Fim de semana agitado!

Oi! Como foram de fim de semana? Eu fiz um bocado de coisas relacionadas à corrida no sábado e no domingo!
No sábado de manhã cedinho, antes do treino, às 7:00h, eu faço aulas de ábaco (soroban)! O soroban é um instrumento japonês para fazer contas. E por que estou fazendo isto se a minha área é ensino de língua japonesa, não é mesmo? É para não "caducar"! Kkk. Sério mesmo! Recomendam os médicos que façamos sempre algo que não estamos acostumados a fazer para não ficar esclerosado!
Após a aula de soroban, fui para o treino técnico com o Arthur. Não sei por quê, agora ele marca os treinos na USP. Acho que é para estimular a nossa memória! Rsrsrs. Não vamos ficar na mesmice, né? Estava lá, toda descoordenada fazendo os exercícios educativos, quando passa o MM da Playteam correndo e me cumprimenta: "Oi, Mayumi". Ai, que vergonha, eu dando os meus pulinhos descompassados e ele me viu!
Depois de terminado o treino, tinha marcado com um rapaz que está fazendo testes de pisada em terrenos variados, para coletar dados para a sua dissertação de mestrado. Fiquei sabendo do teste através do site da Playteam. Ele é bem completo mesmo! Fiquei cerca de 50 minutos realizando-o e ainda não terminou: falta fazer o teste na pista de atletismo! Vou amanhã à noite fazê-lo para completar, lá na pista do Ginásio do Ibirapuera. Neste teste, colocaram um tipo de uma mochila que contém um aparelho que se liga aos chips colocados nas palmilhas, as quais ficam ligadas através de um fiozinho posicionado nas canelas. Como o resultado tem que sair satisfatório, me fizeram correr uma distância de 40 metros por umas 10 vezes, pois parece que o chip não estava detectando o resultado corretamente. E quando detectava, ás vezes estava correndo numa velocidade superior à desejada, então tinha que repetir o trecho. Fizemos isto no asfalto, no paralelepípedo e na grama. Depois, me fizeram subir numa mesinha de vidro, colocaram uns adesivos nas batatas da perna e tiraram fotos da planta dos pés e das batatas... quase fritas de tanto correr! Pediram também para eu deitar numa toalha e ficaram medindo os pés, as pernas, vendo os ângulos, a curvatura das pernas e dos pés. Finalmente, tiraram um tipo de "impressão digital" dos pés, num pedaço de cartolina. Ufa!
Saí correndo de lá para almoçar e tomar banho, pois à tarde, tinha conseguido um convite para participar de um bate-papo com o maratonista José Telles, que conseguiu uma vaga para a participação nas Olimpíadas de Pequim, seu treinador Renato Dutra e o fisioterapeuta David Homsi. Sabem quem eu encontrei lá e quase não reconheci? Este rapaz aqui:

Quem o conhece pessoalmente, depois de pensar um pouco, vai reconhecê-lo: o Nadais! É que sempre nos encontramos nas corridas, mas ontem, ele veio diretamente do trabalho, e portanto, "chique no urtimo"!
Sobre o conteúdo do bate-papo, muito interessante por sinal, eu proponho à vocês que dêem uma olhadinha no blog do Nadais, pois ele prometeu colocar o assunto com detalhes, ok?
Mas adiantando um pouquinho, dentre muitas coisas que foram discutidas, uma me chamou atenção especial: "Não tem um biotipo certo para ser maratonista, do ponto de vista da estatura, do peso e da massa corporal da pessoa. Porém, há um biotipo certo para ser maratonista do ponto de vista do fôlego, da velocidade, coisas que nem todo mundo consegue somente com treinamento.
E no final do bate-papo, ficamos cercando o José Telles para uma foto. Caipira é fogo, não é, Nadais? Rsrs. E lá fomos nós para a foto.

Finda a palestra, fui fazer compras de supermercado (eu também sou dona-de-casa!) e preparar a malinha para poder sair bem cedo de casa, pois eu tinha me inscrito para a corrida de 10 km da Tribuna de Santos. E de quebra, inscrevi o meu marido, e a minha cunhada que mora em Santos, para a caminhada. Era a primeira caminhada de 10 km que eles faziam! Sei que chegamos lá em Santos por volta das 8 horas e esperamos a minha cunhada chegar com os kits. Fomos para a largada e encontrei muitos amigos da Playteam. No início, por causa do número grande de participantes, tive que trotar, mas aos poucos, foi se abrindo espaço. Avistei um rapaz que tinha um papel colado atrás dele que dizia: "tempo pretendido: 55 minutos". Fiquei um bom tempo atrás dele, seguindo-o, mas depois, perdi-o de vista. Daí, encontrei uma "Chapeuzinho Vermelho", olhando para trás e trotando. Eu disse: "Vamos, o que você está esperando!" Ela me respondeu: "Estou esperando o Lobo Mau! Combinamos de chegar juntos lá no final!". E eu argumentei: "Olha, se você ficar esperando ele, é capaz de você ser devorada antes da chegada! " Kkkk. Na chegada, fiquei esperando o meu marido e a minha cunhada. O meu marido apareceu primeiro. Daí perguntei da minha cunhada, e ele respondeu: "Eu me perdi dela, acho que ela desistiu, hein. Ela deve ter voltado de táxi.". Eu resolvi telefonar para o celular dela e ela disse que estava entregando o chip naquela hora. Viu só? Não se pode julgar as pessoas antecipadamente! Rsrs. E pelo jeito, ela gostou da experiência, pois já estava fazendo planos para a próxima caminhada! É isto aí! Sem sedentarismo! Olhem as fotos:

Após um bom banho e almoço, fomos tomar um cafezinho no Museu do Café, no Centro, antes de embarcar rumo à São Paulo novamente. Olha, o Café do Museu é um lugar que eu recomendo a vocês para tomarem um bom café e um delicioso sorvete diet de café! Esplêndido! Se vocês quiserem informações sobre os efeitos da cafeína nas corridas, vejam o blog do Valter Ide , pois ele escreveu sobre o assunto bem detalhadamente!
E assim, foi-se um fim de semana! Amanhã, estaremos de volta ao batente! Nesta semana, teremos um feriado mas vamos trabalhar neste dia. Eu adoro o meu trabalho!
Vamos lá! Vamos acelerar! Acelera!!! Uma ótima semana para vocês!

11 de mai. de 2008

Sintonizando o rádio

Primeiramente, feliz Dia das Mães a todas as mães!
Hoje, pela manhã, como disse a vocês, tinha uma corrida na região do Ibirapuera, e fui participar por uma questão de honra! A corrida era da Graacc, uma instituição de apoio às crianças com câncer. Tive câncer de útero há 4 anos, e hoje, estou muito bem, Graças a Ele e aos médicos que cuidaram do caso: dr. Jesus, principalmente. Não, não. Não é o Filho do Todo Poderoso, mas um dos mais poderosos da Terra, que me curou: dr. Jesus Paula Carvalho! E quem diagnosticou o problema foi a dra. Ana Maria Kondo. Graças ao empenho destes incansáveis profissionais, estou muito bem hoje!
Passei pela tenda da Playteam e encontrei alguns amigos: Flávio Hernandes, Rodrigo Tandaya, Guilherme Maio, Juvenal, Ricardo e a mãe dele (dona Mafalda)... Antes de sair da tenda, tirei algumas fotos, as quais coloco aqui ao lado esquerdo do blog. E ainda levei uma advertência do nosso colega Guilherme Maio: não vai me ultrapassar, hein? Rsrsrs. Ele se diz um corredor lento e insistente, mas eu sou mais lenta e mais insistente ainda! Olha, Guilherme, nem sonhando consigo te ultrapassar! Livre-se deste pesadelo! Kkk.
Depois fui fazer alongamento com o pessoal da academia: Arthur, Juliana, Mário, Rita, Vera, Alberto, Márcia, Kiko, Eliana, Fernando e Luís.
Estava caminhando em direção à largada quando alguém me chamou: "Mayumi! Sou a Juliana, filha do Rui!". Ô, Juliana, eu me lembro de você, não precisava dizer quem você é! Rsrs.
Hoje, me posicionei lá atrás, na marca dos 6 minutos por quilômetro, dando uma de "bem honesta", pois o meu rítmo é este mesmo. Porém, peguei muitas pessoas andando e, pela primeira vez, consegui ultrapassar muita gente! Rsrsrs. Enquanto eu ultrapassava, eu ouvia conversas truncadas, como se estivesse mudando a sintonia do rádio, até achar uma estação que gostaria de ouvir... mas desta vez, fiquei "mudando de estação" por uma hora! No início, encontrei o palhaço novamente, com sua buzina inconfundível e a bundinha de bexiga balançando: Olha, nenhum homem pode tocar na minha bunda, estou aqui com os meus guarda-costas! E um dos "guarda-costas" dele dizendo: Ele tomou a penicilina errada e ficou com a bunda assim! Kkk. Eu fui indo para frente, alguns me ultrapassaram (lógico, isto não é nenhuma novidade) e fui ouvindo partes de conversas: ... O fulano está contundido, acho que está fazendo fisio e vai ter que começar do zero de novo... Ô, meu, tomei um gel agora há pouco, será que isto faz bem?... Banana prende, maçã prende... Você acha que mamão ajuda?... Mamão? Mamão não prende, você pode comer ameixa seca... Olha a água na mão. Mamão? Não cara, na mão!... De repente, avisto a dona Tomico More Saito, a senhora de 82 anos que sempre está participando de corridas, e cumprimentei-a em japonês: "Obáchan, ohayô gozaimas!" Ao que ela me respondeu: "Ohayô gozaimas! Gambatte ne!" E eu: "Gambarimashô!" (tradução: "Ei, vovó, bom dia!", "Bom dia! Se esforce, hein?", "Vamos nos esforçar!"). Poxa, eu tenho a maior admiração por ela! Sempre a vejo em corridas, desde a primeira que participei, em maio de 2005. Quiçá, eu possa chegar nesta idade correndo!
E a sintonia do rádio continuou: ... Cara, comprei um GPS... Qual é o seu tênis? Este é macio?... Vamos lá, tá no fim, acelera!... Falta pouco, não vai desistir agora, vamos lá... No finalzinho, eu ouvi alguém me chamar. Acho que era o autor desta foto:


Kkk, o treinador, Arthur. Depois, ainda recebi um comentário: "Você estava correndo com as costas envergadas! Melhore a sua postura!" Rsrsrs. Eu estava concentrada em dar passadas largas e rápidas e esqueci-me da postura!
E no final, fomos alongar! Segundo ele, "alonguei os meus alunos...". Kkk, não é assim, Arthur? Ai, quem me dera se pudessem me alongar as pernas! Eu ia ficar mais rápida!
Agora, vai aqui uma nota: um de nossos colegas, o Mário, ao chegar no contorno da 23 de Maio para voltar em direção ao Ibirapuera, foi literalmente "atropelado" por um dos atletas participantes e caiu no chão, machucando seu joelho e batendo o seu ombro. Felizmente, parece que não houve nada de mais grave. Segundo o Mário, a organização da Corpore, mais uma vez, impecável, chamou a atenção do tal atleta e disse: "Você está fora (da corrida)!". É lamentável encontrarmos pessoas sem espírito esportivo... SEU Mário, apesar disso, terminou bem a prova. Ainda teve a companhia de sua esposa, a Rita, que foi participar da caminhada.
Bom final de domingo a todos! Até a próxima!

10 de mai. de 2008

Só rindo mesmo...

Nesta semana que passou, recebemos lá no trabalho, um presente de uma amiga que foi estagiar no Japão. Normalmente, quando enviam presentes de lá, é coisa para comer e, na maioria das vezes, doces! Pois então, o doce desta vez era... um tanto quanto diferente. Nunca tinha visto coisa igual! O pacotinho, o qual eu coloco aqui ao lado para vocês verem, dizia: "Gorira no Hanakuçô", ou seja, "meleca" do nariz do gorila! Todos olharam e morreram de rir. Sabem o que era? Um doce feito de grãos de soja preta! O aspecto realmente era de "meleca", pois eram grãozinhos pretinhos e aos montes (kkk), mas o sabor era muito bom! Agradeci o presente pelo e-mail, e a nossa amiga respondeu dizendo que ela o tinha comprado na frente da jaula do gorila, no zoológico de Sapporo!
No dia seguinte, eu fui correr no Parque do Ibirapuera, e enquanto corria, lembrei-me do pacotinho de "Gorira no Hanakuçô" e comecei a rir sozinha. E quando estava rindo, avistei um rapaz que estava correndo em direção contrária à minha, que vestia uma camiseta escrito: "Se quiser sair comigo, sorria!" Hahahaha. Gente, eu não estava "sorrindo" eu estava "só rindo", é diferente, não? Digam-me que é, por favor! Senão apanho do meu marido! Rsrsrs. Brincadeirinha! Pois então, este rapaz estava dando voltas em direção contrária à minha, e o encontrei por 3 vezes, mas piada contada pela terceira vez, perde a graça, né?
Amanhã, apesar de ser Dia das Mães, temos a corrida do Graacc. E desta, vou participar por uma questão de honra! Já tive câncer e fui muito bem cuidada. Agora que estou esbanjando saúde, é minha vez de prestigiar quem me chama! Fui!

5 de mai. de 2008

Que frio!

Oi! Estou de volta! Mas que frio!!! Como vocês se vestem para treinar neste frio, hein? Fala, picolé! Kkk. Hoje, entrei no elevador e estava comentando com o meu marido que amanhã vai fazer menos que 10°C e que eu ia acordar cedo para treinar. Eu ainda disse a ele que também acordasse cedo para caminhar. Uma mulher que estava ouvindo a nossa conversa começou a rir e disse: "Ai, socorro!", e desceu do elevador um andar abaixo do nosso. O que será que eu disse de tão engraçado?
Ontem, percorremos 700 km desde Ilha Solteira até São Paulo... de carro logicamente! Saímos de lá às 4:20 da manhã e fomos chegar em São Paulo por volta das 12:00.
Como algumas pessoas não conhecem a cidade de Ilha Solteira, vou fazer uma breve apresentação da cidade antes de falar sobre o meu treino lá. Ilha Solteira fica na divisa do estado de São Paulo e Mato Grosso do Sul. É uma cidade com uma grande população estudantil, devido à existência da Universidade Estadual Paulista (Unesp) que oferece cursos de agronomia e outras áreas da engenharia. Uma outra parte da população é constituída de pessoas que trabalham nas usinas existentes na região, como a de Ilha Solteira e Jupiá, projetos iniciados com a vinda da CESP. A cidade em si é relativamente pequena (22.664 habitantes)... zzz... ei, vocês estão acordados? Kkk.
Consta no histórico da cidade que o nome de Ilha Solteira veio de um "montinho" de terra situada no Rio Paraná que margeia a cidade, e que a cada ano tende a afundar mais. Querem ver o "montinho"?

Acho que não dá para ver direito, né? Rsrsrs. Mas ele está aí, bem no meio da foto!
Para a apresentação não ficar muito maçante e nem cópia de enciclopédia (daqui a pouco, eu é quem não vou me agüentar!), vou inserir algumas fotos da cidade.










Viram só que cidade legal! Pena ser tão longe... sabem o que mais tem lá? Tem uma festa que reúne motoqueiros de todo o Brasil, a Ilha Solteira Moto Fest, onde fazem exibição de motocicletas e piruetas!
Voltando ao assunto "corrida", na sexta-feira, minha planilha marcava 16 km. E eu fui dar umas voltas. Como já disse nas postagens anteriores, eu não tenho senso de direção. Para eu não me perder, delineei um círculo perto da casa da minha sogra, com 3,4 km de distância e dei 5 voltas iguais completando 17 km. A maior parte do percurso é plana, mas algumas subidinhas fizeram o treino ficar melhor. Foi assim que treinei para a São Silvestre! Depois, no final da tarde, fizemos uma caminhada de uns 5 km para tirar estas fotos. No dia seguinte, caminhamos bastante também. O clima, diferente do final do ano, estava bem ameno, quase frio. Agora, estamos de volta aos treinos normais! Vamos ver se acordo cedo para conseguir pegar uma esteira vaga na academia! Até mais!