Como eu disse, muita comilança tem que ser compensada! Tirei alguns dias para ir à casa de minha sogra passar o Natal, lá em Ilha Solteira! Ô, terra quente! Rsrs. Mas, cumpri a planilha! E com postura! O Branca disse: "Coloque o rosto alinhado com o seu corpo! Assim, automaticamente, você não estará com a postura envergada! E olhe para baixo agora! Está vendo? Dá até para enxergar a parte do peito estufada!" Pensei comigo: "baixa com bustão". Rsrsrs.
Voltando para Ilha Solteira, com o calor de 34 graus que fez, acho que consegui treinar adequadamente para a São Silvestre. A planilha indicava um treino de 90 minutos e outro de 120 minutos. Tentei acordar cedo no dia 25, mas a festança do dia anterior não deixou! Acabei indo treinar às 8:00. A sorte foi que estava nublado até umas 10:00. Fiz um treino tranquilo, com ritmo bem leve. Este ano, em vez de fazer 5 voltas iguais, resolvi arriscar fazer uma volta maior, mas por sorte, a cidade é toda planejada e não me perdi!
No dia 24, o cenário da noite era esta!
No dia 24, o cenário da noite era esta!
A gente passava e tinha um povo que dizia: "É doida de tudo! Doida de tudo!". Por outro lado, quando fui atravessar uma rua, vi que uma moto ia virar a esquina, fiquei esperando, mas o motoqueiro disse: "Não para, não! Continua!". Pelo visto, o povo já está se acostumando a este tipo de prática desportiva.
E dia 26, outro treino às 9:00... o treino só acabou às 11:00, mas, novamente, fui premiada pelo tempo nublado, mas com muito calor!
Neste dia, parei para comprar água numa padaria e uma mãe sentada com a sua filha numa das mesas, respondia à pergunta da filha: "É, ela tá correndo! É esporte!". E quando fui dar a segunda volta na cidade, reconheci um carro que havia visto em outro lugar. O motorista parou para eu atravessar a rua e disse: "Você não para nunca? Parece uma maquininha!". Rsrsrs. Pelo jeito, eu estava mantendo o ritmo de tartaruga!
Neste dia, parei para comprar água numa padaria e uma mãe sentada com a sua filha numa das mesas, respondia à pergunta da filha: "É, ela tá correndo! É esporte!". E quando fui dar a segunda volta na cidade, reconheci um carro que havia visto em outro lugar. O motorista parou para eu atravessar a rua e disse: "Você não para nunca? Parece uma maquininha!". Rsrsrs. Pelo jeito, eu estava mantendo o ritmo de tartaruga!
Bem, o cenário dos meus treinos foram estes! Agora, a vestimenta... no dia 25 corri com a camiseta que ganhei do Julio Cordeiro de Recife (ACORJA) e no dia seguinte, com a dos Matungo, Pangaré e Amigos do nosso amigo Marildo Nascimento (Santos-SP).
Aproveito este espaço para agradecer a todos pela amizade, incentivo e boas gargalhadas durante este ano e que no ano que vem, continuemos a correr muito em prol da saúde!