
30 de abr. de 2008
Bom feriado!

28 de abr. de 2008
A máscara quase cai!
27 de abr. de 2008
Os treinos do fim de semana
No início, fui trotando e conversando com o Valter Ide para pegar mais algumas dicas sobre longões, mas na volta, ele sumiu. Acho que estava com pressa de voltar para a loja, pois tinha café da manhã! Rsrs. Brincadeirinha, viu, Valter? No percurso de volta, tinha uma subidinha em que pude sentir um pouco os resultados do treino de passadas: eu senti que tinha adquirido um pouco mais de fôlego, pois consegui manter o mesmo rítmo da parte plana por causa das passadas mais largas. Assim, a gente não se desgasta tanto quanto dar passadas curtinhas e mais rápidas.
Bom finalzinho de domingo! Obrigada pela companhia (virtual e/ou presencial)! Até mais!
26 de abr. de 2008
Falando um pouco sobre a língua japonesa...

Olha, esclarecendo alguns pontos sobre a língua japonesa... para não perder o costume:
Hideaki, você disse que "não se estressa mais com possíveis erros dos não-nikkeis". Vamos esclarecer o seguinte: estes erros não são exclusivos dos não-descendentes de japoneses, são de todas as pessoas que falam o japonês como língua estrangeira, inclusive eu, que sou professora. Eu sou como qualquer outra professora de língua estrangeira (como as professoras de inglês ou espanhol, que hoje trabalham bastante) nativa em língua portuguesa, ou seja, eu falo o japonês fluentemente, mas a minha especialidade é explicar e treinar o japonês de modo que as pessoas que queiram aprendê-la "entendam" e consigam usá-la de forma a poder se comunicar nesta língua. Então, somente para que os leitores não comecem a lhe "malhar" (rsrsrs), erros em língua estrangeira, todos nós podemos cometer, não somente os que não têm muito contato com esta língua! Não vamos fazer discriminação! Rsrsrs. Friso isto para esclarecer que todos que têm interesse em aprender o japonês, possam fazê-lo sem pensar que isto é um bicho de sete cabeças, ok? Realmente, não é! Não é propaganda, não! Kkk.
Corredor-X, poxa, então uma pessoa morreu na sua academia "andando" na esteira? Você está me assustando! Rsrsrs. Quanto à sua pergunta sobre o que significaria "mossidoo"... como eu não tenho o contexto todo para dizer ao certo o que significaria esta palavra, eu poderia aqui, dar algumas opções para ver se alguma delas serviria no contexto do filme, ok? Talvez o personagem tivesse gritado "mô itidô!" que significaria "mais uma vez!"; talvez ele estivesse falando "bushidô" que significaria "artes marciais"... será que algum deles se encaixaria? Rs.
Fiquem à vontade para perguntar, ok? Só não prometo fazer traduções de textos inteiros ou coisa parecida, pois tiraria o trabalho dos tradutores e isto não seria nada elegante nem ético! Rsrsrs. Mas, posso indicar alguns tradutores se quiserem!
Bem, a minha próxima postagem será sobre os treinos de corrida! E os micos ainda continuam! Kkk. Mas, com a ajuda de vocês, devagar eu vou ao longe! Ou melhor, "tento" ir ao longe. Até mais, gente!
24 de abr. de 2008
Dicas sobre longões
Blog do Valter Ide: http://longao.blogspot.com
Até mais, gente!
23 de abr. de 2008
Ainda bem que ninguém viu!

Saindo da academia, resolvi passar em uma loja de tênis para comprar um para a minha cunhada, pois eu a convidei para participar da caminhada da Tribuna de Santos. Vi uns tênis em promoção e resolvi dar de presente de aniversário para ela este ano. Quem sabe, ela comece a caminhar! Fui à loja, achei o modelo que queria, bem em conta mesmo, e estava esperando na fila do caixa para pagar. Enquanto isto, fiquei xeretando as coisas espalhadas na loja, perto do balcão do caixa. Vi um pacotinho fechado com uma peça vermelha dentro. Deduzi que fosse um top e resolvi abrir o saquinho plástico. Para minha surpresa, saiu de dentro um cuecão vermelho! Kkk. Ainda bem que ninguém viu. Dobrei discretamente e pus de volta no saquinho! Virei de costas e levei um outro susto: tinha uma camiseta de corrida com a inscrição "running" em japonês... escrito errado!!! Quem a gente deve contatar nestas horas, hein? Rsrs. De vez em quando, as fábricas de confecções ou de roupas de cama, mesa e banho nos contatam no trabalho pedindo para escrevermos algumas palavras em japonês para estampar as suas peças. Talvez a fábrica destas camisetas tenha contatado alguém que saiba escrever em japonês e esta pessoa apenas escreveu a palavra "running" do jeito que ela "achava" que se pronunciava em japonês, cometendo este erro! É por isso que não gosto de comprar roupas cheias de coisas escritas em uma língua que não entendo. De repente, você está vestindo algo escrito "Eu sou uma p..." e sai andando toda feliz, e quando vê, está cheio de estrangeiro piscando para você com segundas intenções! Kkk. Vamos tomar cuidado! By the way, na camiseta que estou usando, está escrito "Playteam" em japonês, ok? E na faixa da cabeça (hatimaki, usado normalmente quando queremos nos esforçar para fazer algo), está escrito hisshô que significa vitória!
Por falar nisto, não sei se alguém já viu um rapaz alto que corre sempre carregando uma bandeira do São Paulo Futebol Clube. Ele também usa um hatimaki, mas o dele está escrito "itiban" que significa "primeiro", mas nem sempre ele coloca a faixa do lado certo. Outro dia, a faixa estava de cabeça para baixo, ou seja, o primeiro virou... bem não vamos pensar nisto! Rsrs.
E agora, um caso bem famoso: o ator Rodrigo Santoro tinha tatuado em japonês, o que ele pensava significar "liberdade, livre", pois no book do tatuador, segundo ele disse a uma revista, a tradução era "free". Porém, esta palavra em inglês tem o significado de "liberdade", mas também de "gratuito". E infelizmente, ele escolheu a palavra em japonês que significava "gratuito" para tatuar. Agora, vocês imaginem as japonesas ao encontrarem-no numa praia! O que elas irão pensar? Kkk.
Bem, deixe-me parar por aqui, senão isto vira aula de japonês. Mal peguei alguns dias de folga e estou escrevendo sobre isto! Ô saudade do trabalho! Rsrsrs.
21 de abr. de 2008
Tempo e temperatura
Como foram de feriado? Espero que tenham curtido! Eu fiquei quietinha aqui, arrumando umas coisinhas em casa. Hoje pela manhã, apesar do friozinho (bem, para as pessoas do sul, acho que isto não é frio, nem friozinho, é morninho, né?) eu consegui acordar para fazer um treininho. O meu amigo Valter deu uma dica preciosa para mim: se você vai querer correr uma maratona no frio, acho que é bom você treinar em clima parecido para ver como seu corpo reage! E aí, eu fui, com shortinho e camiseta de manga curta, tomando as devidas precauções: vitaminas para não pegar gripe!!! Eu acho que estava bem... mas meu braço estava doendo! Fiquei pensando o que poderia ter sido... nem tinha ido à academia, nem feito esforço com os braços... Daí, me lembrei: no sábado, fui ao casamento de um primo, e na hora da exibição de fotos dos noivos quando eles eram bebês, quando eram adolescentes, etc, eu fiquei ao lado da mãe do noivo que é a minha tia, e toda vez que ela aparecia no telão do salão de festas, ela ficava morrendo de vergonha, ria prá caramba, e ainda por cima, batia no meu braço, nas minhas costas... ai, ai, ai, quem mandou ficar do lado dela né? Rsrs. Vocês imaginem a cena! Kkk.
18 de abr. de 2008
Para quem está com dor: "Onde você coloca o sal?"
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o Mestre disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.
- Não - disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
-A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.
Então, pessoal, vamos dar mais importância às coisas que estão à nossa volta! Se tiverem com dor de cabeça, martelem os seus dedos! Garanto que irão se esquecer da dor de cabeça na mesma hora! Kkk. Bom final de semana!
16 de abr. de 2008
Ô imaginação fértil!
Hoje, era dia de treino intervalado. Intervalado, mas quase um treino de tiros! Explico: era para correr 3 minutos em rítmo forte e 1 minuto fraco. Quando a planilha está assim, eu prefiro fazer o treino na esteira pois assim, controlo melhor o tempo e a velocidade. Acho que já disse que treino em uma pequena academia dentro de um hotel. Por causa disto, sempre tem hóspedes usando a academia também.
Estava eu, tranqüilamente correndo na esteira, quando a esteira do lado foi ocupada por um hóspede que nunca vi mais gordo. Ele começou a correr de repente, pisando forte, forte, forte (eu não faço isto, sempre dou uma caminhada, depois um trotezinho e depois... começo a correr). E quando isto acontece, fico pensando: ai, se o Arthur visse isto e se este hóspede fosse eu, ele ia dizer: "Pisa com o calcanhaaaaar, rola o péeee!" Rsrsrs. Mas, hóspede é hóspede. Como os japoneses dizem: "Okyaku-sama wa Kami-sama des." (Os clientes são deuses), ou seja, os fregueses sempre têm razão. Ninguém chamou a atenção dele. E a pisada dele continuava forte: Dum, dum, dum, dum... de repente, eu ouço um passarinho cantar: piu, piu, piu... ????? !!!!! Por um instante, imaginei estar correndo em um parque cheio de passarinhos cantando. Mas, onde estaria o passarinho? Dum, dum, dum, dum, piu, piu, piu, piu, dum, dum , dum... dum, dum, piu, piu, dum, dum, piu, dum, piu... ????? Fiquei imaginando o que seria isto. Quando fui diminuir a velocidade para fazer o intervalo fraco na minha corrida, por curiosidade, fui espiar a pisada do cidadão. É que, no início da corrida, ele estava cheio de energia e pisava com tudo na esteira fazendo "dum, dum, dum". Depois, ele foi se cansando e arrastando o pé na borracha da esteira fazendo: "piu, piu, piu". Kkk. Ô imaginação fértil, não? Um parque cheio de passarinhos, dentro de uma academia! Mas, que chique, não?
13 de abr. de 2008
Largando com os palhaços

Primeiramente, fui à tenda da ADD (Associação Desportiva para Deficientes - www.add.org.br) pois fiz uma doação a eles e tinha ganhado um cadarço laranja significando "Me amarro nessa idéia"). Depois, passei na tenda dos tênis New Balance e resolvi colocá-los nos pés para ver o seu tamanho! Rsrs. Novamente, o problema da numeração. Este tênis não tem numeração brasileira. Acabei ganhando um par de meias por ter experimentado o tênis. Encontrei nesta tenda, o meu amigo Valter Ide, que tinha me emprestado alguns prospectos sobre maratonas. Estava há muito tempo tentando entregar, mas nunca o encontrava! Como ele estava calçando um New Balance, deve ter ganhado um squeeze de alumínio.
Eu tinha sido sorteada para fazer uma avaliação física na tenda do Açúcar União. Acabei sendo uma das primeiras a fazer. Esta avaliação era somente para tirar as suas medidas e dizer a porcentagem de gordura em seu corpo, etc. Serviu para eu comparar os resultados com a avaliação feita na academia. Pelo jeito, não teve muita diferença, mas logicamente, a avaliação da academia foi mais completa. Ah, ganhei um squeeze de plástico nesta tenda! Rs.
Antes da largada, fui me encontrar com o Arthur (treinador) e a turma da academia One Way que ia correr: a Vera, o Alberto, a Márcia e o Kiko. Estávamos fazendo o alongamento, mas depois iríamos direto à largada, pois estava em cima da hora. Mas antes, eu queria ir ao banheiro e estava preocupada com o horário. Nisto, o Alberto que estava fazendo o alongamento conosco, diz: "Olha, a Mayumi não vai ao banheiro, o banheiro vem até ela!" Olhei para trás e vi um carro transportando dois banheiros químicos. Não é que o banheiro estava vindo em minha direção? Rsrs.
Acabado o alongamento, estávamos subindo o "morrinho" para a largada e avisto uma amiga que há tempos não a via: Carolina. Ela ia correr a meia-maratona também e estava com o marido dela que sempre a acompanha. Esta menina também tem uma história de doença parecida com a minha. Ela me contou que há mais de dez anos, ela teve que extrair o estômago por causa de um câncer e que tinham reconstituído o estômago dela com uma parte do intestino. Vocês imaginem o que é fazer isto! Hoje, ela corre e leva uma vida normal! Carol, desculpe-me a indiscrição de contar algo sobre você, mas não resisti!
Dada a largada, já não avistava mais ninguém, mas tinha dois palhaços fazendo muito barulho que largaram bem perto de mim. Era muito engraçado ouvir eles falando:
- Olha, vou dar uma dica sobre meia! Prestem atenção!
- O que é meia? - dizia o outro.
- Meia? É isto que estou usando, ó!
- O que o palhaço é?
- É ladrão de "muié"!
E assim foi... mas cada vez mais, eles estavam lá para trás. Quando chegou em Pinheiros, quase no km 8, eles me alcançaram novamente:
- Ó o palhaço aqui! Nós somos palhaços mas também somos atletas! Agora, vamos correr prá valer!
E se foram , beeeem lá para frente! O mais engraçado era a bundinha deles: duas bexigas (?) estrategicamente colocadas!
No túnel de acesso ao Jockey, via-se intervenções urbanas com música: tum, tum, tum, tum... Nossa! Fiquei toda arrepiada! De repente, a música fez: Foooom! Saí correndo! Parecia a buzina de um caminhão! Já pensou? E perto da Praça Panamericana, o Conservatório Souza Lima trouxe um grupo para tocar tambores. Realmente, isto nos ajuda muito, né?
No caminho, encontrei muita gente da Playteam. Eu tinha dado uma passada na tenda deles. Realmente, havia muitos atletas da Play.
No caminho, um senhor de cabelos brancos e bigode branco bate nas minhas costas e diz: "- Ô querida, você está em todas, também, hein? Prazer em lhe encontrar!". Fiquei pensando: "Ó querida, ó querida, Clementina de Jesus..." Kkk. Eu retribuí com um : "Oi, tudo bem? Vai firme!" Mas... para dizer a verdade, não me lembro de tê-lo encontrado em nenhuma corrida... Kkk. Ou será que ele me confundiu com outra japonesa? Dizem que os japoneses são todos iguais, né? Ou será que todos os velhinhos são iguais, também? Rsrs.
Falando sobre o rítmo da corrida, larguei bem devagar, bem na minha, com um rítmo que pretendia sustentar até o final. Ao contrário da meia-maratona da Yescom (que foi a minha primeira) , quando me perdi do Mário, o colega da academia. E desta vez, por causa desta estratégia, acabei chegando 1 minuto mais rápido. É, o seu Mário estava certo: não saia em rítmo muito acelerado! Rs. E foi uma pena que não tive a companhia dele hoje. Aliás, ele não foi porque ontem foi o aniversário dele! parabéns, SEU Mário! "Bebemorou" muito? Rs.
O Alberto corre bem mais depressa. Também, só as pernas dele já dão a minha estatura! Rs.
Na chegada, ganhamos tanta coisa, tantos brindes, que não tinha nem como segurar: um pingente de olho grego, um caderno de receitas com açúcar União, um jornalzinho esportivo, uma garrafinha com água com propaganda do lenço umedecido da Kleenex, banana, maçã, sanduíche, sem falar na camiseta rosa para mulheres e cinza para homens, a medalha que parece um... crachá! Hahaha... até jornal O Estado de São Paulo estava no meio dos brindes! Eu já estava a ponto de recusá-los, pois não tinha nem como segurar tanta coisa! Rsrs. Quando cheguei em casa, o meu marido perguntou: "- Você ainda não entregou o material para o seu amigo?" Eu disse: "- Entreguei, sim! Isto que está dentro da sacola é tudo que ganhei hoje na corrida!".
Sinceramente, hoje fiquei sem saber ao certo se fui para correr ou para ganhar brindes! Rs. Não estou reclamando, não, mas não acham que é um exagero???
Amanhã, é dia de caminhada! Relax, sem pressa, sem pressões, por favor! Rs.
Que raios de numeração de tênis é esta??? - parte 2

Na verdade, o que eu quis dizer na postagem anterior é que nem sempre a numeração do exterior tem correspondência à numeração do Brasil e vice-versa. Eu, por exemplo, me baseio na numeração japonesa, por ser mais ou menos correspondente aos cm: 23,5 cm é o tamanho do meu pé. Só que às vezes, este número não corresponde ao 35 do Brasil. Se for um sapato de passeio, por exemplo, eu compraria sempre o número 23 ou 23,5, dependendo do modelo do sapato (isto tb influi). Porém, como o pé, realmente incha um pouco nas corridas mais longas, eu tenho que ter uma folga, e vi que tenho que comprar o número 24, que no Brasil, em alguns casos, corresponde ao número 36. Porém, se o 36 corresponder ao 24,5, vai ficar muito folgado. Então, temos que ficar atentos mesmo à numeração dos calçados, independente de ser brasileiro ou estrangeiro, pois os que o 35 corresponde ao 23, ficam realmente um pouco apertados para correr, e estes são os que uso somente para passeio. No caso da numeração americana, eu não saberia lhe dizer em que medida eles se baseiam... nem a brasileira, mas deve ter os seus cálculos para fazer. Outro dia, lendo algo sobre conversão de numerações, vi que não tem realmente uma correspondência exata entre um número brasileiro e um estrangeiro, pois entre as várias tabelas, havia diferenças. Difícil, não? Rs. Acho que o importante, portanto, é experimentar o tênis antes de comprar e ver se fica bom para correr, para andar, etc. Esta é uma questão muito interessante. Para finalizar, eu deixo aqui um link que encontrei para conversão de números de sapatos. Vou avisando que não é a única tabela existente. Por aí, começa a confusão! Kkk.
Ah, como na tabela deste link não consta a numeração brasileira, passo uma outra informação que vi no Wikipedia: é só pegar o tamanho do seu pé em cm e dividir por 0,65 que dará aproximadamente o tamanho do seu calçado na numeração brasileira.
Vamos então ao link:
http://www.dancesport.uk.com/shoes/conchart.htm
Bem, a minha próxima postagem é sobre a prova de hoje! Bons treinos, pessoal!
12 de abr. de 2008
Que raios de numeração de tênis é esta???

Esta será a minha segunda meia-maratona. Vamos ver como me sairei! Da outra vez, não sei se foi por causa do calor ou por causa que tinha me esquecido de cortar a unha do pé, na segunda volta, em cima do Minhocão, comecei a sentir o tênis apertar o meu dedão na parte de cima. Pensei: ah, agora, a unha do dedão vai ficar roxa! Dito e feito! Ficou mesmo! E depois ficou cor de berinjela e finalmente, preta! Pensei em pintar todas as unhas com esmalte preto para disfarçar, mas decidi fazer melhor! Viu o resultado na foto? Rsrs. Daí, andei perguntando para os meus amigos corredores se alguém já tinha perdido unhas do pé. Já ouvi falar de gente que a unha do dedinho fica preta! Pois é, e com isto, resolvi comprar um tênis de numeração maior para ficar mais folgado e não ter o mesmo problema amanhã. Foi a primeira vez que me aconteceu isto! Como não é aconselhável correr com tênis novo, eu andei amaciando-o esta semana, fiz longuinhos, andei... até ELE se acostumar com o MEU PÉ!
Mas confesso que fiquei me sentindo um "L". Como sou baixinha, com um tênis maior, ao me ver de lado, ficou... esquisito! Rs. Mas a minha invocação não parou aí. Fui verificar os tamanhos dos tênis que tenho, alguns de passeio e outros para correr. E notei que todos eles são de numerações diferentes, em diferentes países. Na numeração brasileira, sempre comprei o número 35, mas ao ver os números constantes de outros países, vi que cada marca tem um número diferente para o correspondente ao número 35. Fiz a tabela de numeração para vocês terem uma idéia:
Marca A
USA: 5,5; Japan: 23,5; Brasil: 35
Marca B:
USA: 6,5; Japan: 23,5; Brasil: 35
Marca C:
USA: 6; Japan: 23; Brasil: 35
Marca D:
USA: 6; Japan: não consta; Brasil: 35
E com esta confusão de tamanhos diferentes, nós não podemos mais afirmar que número de calçado usamos, não? O último par que comprei é da marca B, de número 36, que consta como sendo USA: 7 e Japan: 24.
Não sei se isto vai ajudar a não ficar com unha preta, mas segundo os mais experientes, parece que não! Rsrs. Bem, temos que tentar de tudo, né? Contanto que o tênis não fique saindo do pé na hora de correr, acho que tudo bem, né? Ah, não quero pagar este mico, não! Olha, amanhã, nada de ficar pisando no meu calcanhar, hein? Podem me ultrapassar, mas com segurança, por favor! A kitigai aqui vai devagar e sempre! Motor 1.0, turbinado!!! Boa prova!
7 de abr. de 2008
Paguei outro mico!

Ah, deixa pra lá... Mas, quando olhei para baixo para checar a minha roupa, eis que eu estava correndo com o crachá do trabalho pendurado no meu pescoço! É, tenho cara de kitigai, mesmo! É que para não esquecer de pegar o crachá, eu o pendurei no pescoço antes de sair de casa com o monte de coisas que estava levando para o trabalho. Nessa, eu esqueci de tirá-lo para deixar no carro e acabei pagando este mico! Mais um para minha coleção! Riam, gente, podem rir! Kkk. Poxa, em plena segunda-feira! Eu mereço! Boa noite. Durmam bem...
6 de abr. de 2008
Agita São Paulo

Só para complementar um pouco a explicação (talvez todos conheçam o programa, mas nunca é demais frisar algumas informações, né?) , o Cecco foi implantado na cidade no início dos anos 90 pela Prefeitura de São Paulo. Ele atua em duas áreas: medicina preventiva e promoção social, por meio de oficinas educativas e atividades esportivas. O serviço deve ser oferecido em espaços públicos, evitando-se gastos com aluguel e funcionamento dentro de hospitais. O Centro de Convivência oferece oficinas com linguagens artísticas e esportivas, entre as quais estão o basquete, a caminhada, tai chi chuan, liang gong, teatro, coral, dança e artes plásticas.
Bem, então, continuando, a minha mãe me chamou para ir a uma caminhada. Ela disse que me esperaria no metrô Trianon-Masp e que a caminhada sairia de lá e iria até a Assembléia Legislativa. Bem, o percurso não seria tão comprido assim, deve dar em torno de uns 5 km... Cheguei ao local marcado e logo vi que não era uma simples caminhada com as amigas dela que iria acontecer! Hoje estava acontecendo o "Agita Mundo", que se iniciou como sendo o programa "Agita São Paulo", em comemoração ao Dia Mundial da Saúde Física e combate ao sedentarismo. Mais informações no site www.agitasp.org.br/. Ai, como sou desligada, não? Como poderia esquecer-me de um evento deste porte? Rs. Chegando ao local da concentração dos caminhantes, teve distribuição de camisetas do evento e de squeezes. No percurso, a Sabesp estava distribuindo água mineral bombeada por um caninho e colocada num copo plástico a todos os caminhantes. E o mais interessante: na chegada, como nas corridas, havia distribuição de Gatorade! Não é o máximo? E eu que estava pensando que era uma simples caminhada! Rs.
Agora, para não perder o costume, vou contar o que aconteceu no percurso! Dada a "largada", o pessoal começou caminhando em direção à Avenida Paulista, atravessando-a e entrando na Alameda Santos, na altura do Parque do Trianon, ao som de dois trios elétricos que nos acompanharam de cabo a rabo. Os caminhantes eram senhoras, jovens estudantes de escolas com projeto CEU, famílias inteiras, pessoas vindo de longe em caravanas... enfim, era um público bem variado.
O som alto do trio elétrico fazia com que as pessoas conversassem muito alto! Havia duas senhoras a meu lado e acabei ouvindo o que elas falavam:
- Olha, se você se sentir mal, você procura um bombeiro bem bonito e diz: "Eu tenho amnésia, só me lembro do endereço da minha casa. Você me leva para casa?"
E a conversa flui:
- Olha! Você sabe paquerar, hein?- disse a outra.
- Ah, já tive os meus 18 aninhos! Aqui dentro da "caixola", não mudou nada. Só mudou a cor do "telhado" que ficou branco! Hahaha.
A caminhada entrou na Rua Pamplona e seguiu até perto da Rua Estados Unidos. Neste trecho, havia um trio tocando em frente da caminhada e um outro logo atrás de onde estávamos. Diferente das corridas, as pessoas andavam a uma velocidade média de 3 km... beeeem devagar. E ainda, tinha gente que entrava no supermercado e voltava com sacolas de compras, outras que entravam nas lanchonetes e voltavam com um sanduíche nas mãos, enfim, coisas espantosas visto pelo lado de quem corre!
Daqui a pouco, o trio elétrico solta uma informação: "Olha gente, quem se sentir mal ou não agüentar a caminhada, avisamos que vai ter um ônibus que vai recolhê-los no final. Não se preocupem, pois ninguém vai ficar pelo caminho!"
Ai, até aqui, pensei! Só faltava eu ter que subir neste ônibus, né? Poxa, já tinha até me esquecido dos onibus que recolhem as pessoas na corrida, agora vem este trio elétrico numa caminhada me lembrar deste detalhe! Kkk. Um aviso ao Guilherme-Pangaré: Felizmente, a meia-pangaré aqui não foi pega pelo ônibus! Kkk.
E assim, hoje, acabei participando de um programa de conscientização e combate ao sedentarismo! Espero que, pelo menos os que participaram da caminhada, tenham consciência e pratiquem alguma atividade física!
5 de abr. de 2008
One Way-5 anos
1 de abr. de 2008
Correr para quê?
Já que não tenho grandes novidades hoje, deixo aqui um link para vocês lerem algo interessante. Isto me foi passado pela minha colega de trabalho, Maki. Aliás, tudo que se refere a corridas, maratonas e afins, vem parar em minhas mãos em qualquer lugar que eu esteja. Atraímos energias positivas! Boa leitura!
Gostaria de aproveitar este espaço para fazer um agradecimento ao colega Guilherme Maio (www.pangareonline.blogspot.com) que, apesar de nos conhecermos apenas de vista, prestou uma homenagem à minha pessoa no blog dele, o que foi algo inesperado e emocionante. Muitíssimo obrigada! Mas, não posso deixar de citar também o nome da mentora desta idéia genial de eu criar um blog, que é a minha amiga Jackelyne Gense (www.correreviver.blogspot.com). O que seria de nós sem estas pessoas que nos incentivam, não?